A expectativa é que o documento seja regionalizado, com medidas mais rígidas em cidades onde a alta foi mais expressiva
Reflexo da transmissão mais baixa durante o mês de abril, o Paraná atualmente tem em vigência um decreto mais brando, com toque de recolher das 23h às 5h.
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O cenário, porém, se modificou. Em 3 de maio, 303 pessoas aguardavam por uma vaga de internação SUS Covid-19, sendo 140 de UTI. Neste domingo (16), a espera chegou a 656, sendo 345 de UTI.
A mudança de cenário coincide com o período posterior ao Dia das Mães, o que pode explicar o aumento, mas a tendência já era de alta antes mesmo dos tradicionais almoços de domingo.
Na capital Curitiba, chama a ção o número de casos ativos, que chegou a 8.450, 34% mais do que há duas semanas.
Pressão
Para a definição do novo decreto, o Governo do Estado terá de conciliar a subida de casos com pressões econômicas. A Associação Comercial do Paraná (ACP), por exemplo, enviou cartas ao governador Ratinho Junior com apelo contra eventual decreto de ‘fecha tudo’.
O documento foi feito na última sexta-feira (14) e garante que “seguidos lockdowns têm levado negócios à falência e ao fechamento de milhares de vagas de trabalho sem resultados efetivos no controle da pandemia”. O posicionamento é compartilhado pelo Sindicato dos Lojistas do Comércio Estabelecidos em Shoppings Centers (SindiShopping), que afirma que os estabelecimentos estão cumprindo todas as determinações das autoridades de saúde.
banda b..

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