Raptada, drogada e quase vendida como escrava sexual em um leilão online para um comprador do Oriente Médio.
Não se trata de um roteiro de Hollywood, mas supostamente de
acontecimentos recentes na vida da britânica Chloe Ayling, de 20 anos.
A história, ainda cercada de mistérios, vem ocupando as principais páginas da imprensa europeia.
Segundo as autoridades que cuidam do caso, tudo começou em 11 de julho
deste ano, em Milão, no norte da Itália, para onde a modelo viajou após
receber um convite para uma sessão de fotos.
Ao chegar ao estúdio, no centro da cidade, Ayling foi atacada por um
homem que a segurou pelo pescoço e tapou sua boca, enquanto outro,
vestindo uma máscara, injetou nela uma substância no braço.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/e/W/G2VQH7QluxNs6fKc6T8A/britain-italy-model-k-fran.jpg)
"Acho que desmaiei. Quando acordei...me dei conta que estava no
porta-malas de um carro, com minhas mãos e meus pés amarrados e minha
boca tapada", contou a modelo, segundo declarações dadas à polícia
publicadas pelo jornal italiano "Corriere della Serra".
As autoridades disseram que a modelo foi drogada com o sedativo
quetamina, e, em seguida, levada a Borgial, no noroeste de Turim, a duas
horas de carro de Milão.
"Estava dentro de uma mala e só podia respirar por meio de um pequeno buraco", explicou a modelo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário