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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

CORPOS ENCONTRADOS NO POÇO..

  • Corpos encontrados no poço

    CRIME MACABRO Moça usuária de drogas é assassinada e traficantes jogam corpo em poço na zona norte de Apucarana; corpo masculino também foi achado no local
    Tribuna, LUIZ DEMÉTRIOEM APUCARANA
    Bombeiro desce em poço para retirar corpo de moça assassinada por traficantes - Foto: Fernanda Neme
    A polícia localizou na manhã desta quarta-feira (2) o corpo de Arízia Lemos, a "Liza", de 24 anos, jogado em um poço desativado com 20 metros de profundidade atrás de um ferro-velho na Rua João Matiuzzi, no Parque Bela Vista, na zona norte de Apucarana (norte do Paraná). Policiais civis e militares, sob a coordenação do delegado José Aparecido Jacovós, estão no local junto com equipe do Corpo de Bombeiros. A rua foi interditada pela polícia. Equipes do Instituto Médico Legal (IML) e peritos do Instituto de Criminalística de Londrina também estão no local. Um corpo masculino também foi localizado no mesmo poço.
    Rua foi interditada pela polícia
    Imagem: Reprodução/WhatsApp
    Por volta de 1 hora, um rapaz com uma carriola e uma faca foi preso em um cafezal próximo ao local, mas a polícia ainda não divulgou mais detalhes. Marcos Rafael Bota, de 23 anos, havia saído da cadeia há dois dias,após ser preso por envolvimento com drogas. 
    Segundo investigadores, suspeita-se que corpo da moço teria sido desenterrado no cafezal e os traficantes o queimaram antes de jogá-lo na poço desativado atrás do ferro-velho. A moça estava desaparecida há 72 dias. A polícia ainda não suspeita da identificação do outro corpo (masculino) encontrado no local.
    Usuária de drogas
    Ainda conforme a polícia, Liza seria usuária de droga e teria sido morta por traficantes como forma de algum tipo de retaliação.Há suspeita de que no poço possa haver outro corpo,possivelmente de dependente químico que devia a traficantes.
    Mãe desesperada e filho de 2 anos
    A mãe de moça foi na terça-feira (2) à tarde à Décima Sétima Subdivisão (SDP) para tratar com a polícia sobre o desaparecimento da filha e estava desesperada com o sumiço, registrado há 72 dias. Ela tem um filho de 2 anos e é dependente química desde os 14 anos. Liza já foi internada várias vezes e em uma ocasião sumiu por 40 dias.

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