No último domingo, 30, por volta de 18h, uma mulher foi ao Cemitério
municipal de Cornélio Procópio com o objetivo de homenagear o
aniversário de seu falecido pai, levando flores ao seu túmulo. Quando lá
chegou, viu duas pessoas sentadas em cima do jazigo do mesmo, fazendo
uso de maconha.
Indignada, ela pediu para que os elementos respeitassem seu progenitor e
saíssem de cima do seu túmulo, pois do contrário, ela chamaria a
polícia.
Foi quando um dos usuários mostrou um revólver que estava em seu bolso,
dizendo que, se a mesma chamasse a polícia, seria morta e enterrada ali
mesmo, junto com seu pai.
Se sentindo muito mal, a mulher que preferiu não se identificar, entrou
em contato com a ouvidoria na prefeitura de Cornélio Procópio, a fim de
noticiar o ocorrido, porém ouviu de um atendente que, o caso era de
responsabilidade da polícia e não da prefeitura.
O problema com a falta de segurança no cemitério da cidade, remonta sem
solução há vários anos. Inúmeros furtos e até assaltos foram
registrados no local, principalmente nos finais de semana.
Devido ao tamanho da área a ser inspecionada e a quantidade de jazigos
que, servem muitas vezes de esconderijo para marginais, somado com as
várias rotas de fuga existentes, todo o setor é considerado um polígono
vermelho e parece não pertencer ao contribuinte de Cornélio Procópio.
Até o momento, nem prefeitura de Cornélio Procópio, nem a Polícia
Militar, conseguiram viabilizar uma estratégia para levar segurança ao
Cemitério do município. Não se tem registro de que as autoridades do
município estejam planejando algo neste sentido.
Perguntado para reclamante, por que a mesma não chamou a polícia no
momento em que foi ameaçada, a mesma informou que, preferiu ficar viva!
FONTE - ODAIR MATIAS

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