Os produtores do Norte do Paraná esperam uma produtividade até 20%
menor nas lavouras de soja. Em Cornélio Procópio, a erosão dos solos e a
ferrugem asiática são algumas das preocupações dos sojicultores.
Na
fazenda do agricultor Ademir Bernadelli, uma parte da área virou um
córrego a céu aberto no meio das plantas. Ele nunca tinha observado nada
parecido. O solo saturado de água deixou as plantas menores. Com as
vagens perto da base dos pés, os produtor não vai conseguir colher tudo.
“A colheitadeira não pega e há uma perda. E também uma perda de crescimento, porque os nódulos são curtos. Essa planta vai crescer mais um ou dois nódulos. Aí também tem perda de produtividade”, explica o produtor.
Por causa da umidade encontrada na terra, a expectativa é que o fungo da ferrugem asiática ataque a região mais cedo e as perdas devem ser maiores que nos anos anteriores.
“Segundo a nossa pesquisa, nós estamos de 20% a 25% de perda”, afirma o presidente do Sindicato Rural do município, Ancelmo Bernadelli.
Neste ano, mais de dois mil milímetros de chuvas atingiram Cornélio Procópio. A média anual é de 1200. A chuvarada desloca parte da terra da lavoura e causa a erosão, levando as plantas e os nutrientes do solo.
“Há cinco ou seis anos, com a realização de soja e milho safrinha, os produtores optaram por máquinas maiores. Com essa mudança, o solo passou a não reter mais água. Em um ano como este, em que há excesso de chuva, isso aí se tornou um grande problema”, comenta o consultor técnico do Soja Brasil, Áureo Lantmann.
“A colheitadeira não pega e há uma perda. E também uma perda de crescimento, porque os nódulos são curtos. Essa planta vai crescer mais um ou dois nódulos. Aí também tem perda de produtividade”, explica o produtor.
Por causa da umidade encontrada na terra, a expectativa é que o fungo da ferrugem asiática ataque a região mais cedo e as perdas devem ser maiores que nos anos anteriores.
“Segundo a nossa pesquisa, nós estamos de 20% a 25% de perda”, afirma o presidente do Sindicato Rural do município, Ancelmo Bernadelli.
Neste ano, mais de dois mil milímetros de chuvas atingiram Cornélio Procópio. A média anual é de 1200. A chuvarada desloca parte da terra da lavoura e causa a erosão, levando as plantas e os nutrientes do solo.
“Há cinco ou seis anos, com a realização de soja e milho safrinha, os produtores optaram por máquinas maiores. Com essa mudança, o solo passou a não reter mais água. Em um ano como este, em que há excesso de chuva, isso aí se tornou um grande problema”, comenta o consultor técnico do Soja Brasil, Áureo Lantmann.
REDAÇÃO NP DIÁRIO.

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